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	<title>caiofs :: &#187; linux</title>
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	<description>Caio Facchinato.</description>
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		<title>Curso de Redes do caiofs – 1ª parte</title>
		<link>http://www.caiofs.com.br/blog/curso-de-redes-do-caiofs-1a-parte</link>
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		<pubDate>Sun, 22 Aug 2010 16:54:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>caiofs</dc:creator>
				<category><![CDATA[linux]]></category>
		<category><![CDATA[Microsoft]]></category>
		<category><![CDATA[Suporte Tecnico]]></category>

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		<description><![CDATA[Decidi escrever este artigo para ajudar a todas as pessoas (experientes ou não) a fazer rápidos diagnósticos em redes corporativas e residenciais. Para começar o artigo, vamos desmitificar todos os serviços e recursos de rede, fazendo com que tudo seja tratado de forma mais simples, pois É muito simples mesmo! Para uma rede funcionar, temos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 12pt;">Decidi escrever este artigo para ajudar a todas as pessoas (experientes ou não) a fazer rápidos diagnósticos em redes corporativas e residenciais.<br />
</span><br />
<script type="text/javascript"><!--
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<br />
<span style="font-size: 12pt;">Para começar o artigo, vamos desmitificar todos os serviços e recursos de rede, fazendo com que tudo seja tratado de forma mais simples, pois <strong>É</strong> muito simples mesmo!<br />
</span></p>
<p><span style="font-size: 12pt;">Para uma rede funcionar, temos que, na maioria das vezes, ter os seguintes recursos configurados: <strong>ip</strong> próprio (interno ou externo), <strong>mascara de subnet, dns </strong>e<strong> gateway</strong>. O &#8220;<strong>IP</strong>&#8221; você pode associar ao (no mundo real) <strong>RG</strong>, cada um tem o seu e você será <strong>identificado</strong> por ele. Quando você coloca um nome no seu computador, você está colocando um nome que o <strong>DNS</strong> vai resolver e entregar o <strong>IP</strong>. A <strong>mascara de subnet</strong> ela funciona de uma forma diferente, nela você classifica a abertura da sua rede, o tamanho que ela vai ficar e até onde sua <strong>rede</strong> pode crescer. O <strong>gateway</strong> é aquele que te leva de um mundo a outro, ele é responsável por <strong>traduzir uma solicitação</strong> de rede interna, para rede externa e fazer isso ser <strong>transparente</strong> ao solicitador.<br />
</span></p>
<p><span style="font-size: 12pt;">Tendo esta básica idéia do que é uma rede, vamos agora desmitificar os <strong>serviços</strong>, que em português é melhor interpretado como <strong>recurso</strong>. Um serviço de rede nada mais é que uma conexão entrante que responde a comandos. Vou utilizar como exemplo um <strong>servidor de e-mails</strong>, nele você tem diversos <strong>recursos-filho</strong>, tem o <strong>smtp</strong> (para envio de e-mail) e o <strong>pop3/imap/mapi4</strong> (que é um <strong>diretório/base de e-mail&#8217;s</strong>). Para cada um destes serviços, você efetua a conexão, <strong>autentica-se e envia comandos</strong> para fazer a sua solicitação ser atendida.<br />
</span></p>
<p><span style="font-size: 12pt;">Agora que sabemos basicamente como um recurso de rede funciona, vamos por a mão na massa, para saber distinguir cada problema de rede.<br />
</span></p>
<p><span style="font-size: 12pt;">1º Erro comum &#8211; Não navego na internet! Ligo para o meu <strong>provedor de acesso</strong> (<strong>ISP</strong> – em inglês)?<br />
</span></p>
<p><span style="font-size: 12pt;">Antes de fazer isso, seria bom você já saber o que está acontecendo e ONDE está acontecendo. Vou usar um ambiente bem clássico para exemplificar, o Virtua, no wifi.<br />
</span></p>
<p><span style="font-size: 12pt;">Com uma conexão dessas podemos estar com problemas em diversos locais diferentes. Na rede interna (que compõe seu <strong>computador</strong>, seu <strong>roteador wireless</strong> e qualquer coisa que a ele se conecte, como um <strong>iPod Touch</strong> por exemplo) ou na <strong>rede externa</strong> (que traz uma lista absurda de locais que podem ocorrer falhas. Algumas mais normais, outras muito complexas, mas vamos nivelar por baixo, que é onde mais ocorre  falhas).<br />
</span></p>
<p><span style="font-size: 12pt;">Na sua rede local, você precisa que tudo esteja funcionando. Vamos entender agora o básico da configuração e como testa-la.<br />
</span></p>
<p><span style="font-size: 12pt;">O primeiro passo é anotar todas as informações da sua rede, para tal, basta você apertar a tecla Win+R (No Windows XP) ou clicar em iniciar (Windows Vista e 7) e escrever <strong>CMD</strong>, prosseguindo de um Enter. Vai aparecer na sua tela o Prompt de Comando do Windows, que nada mais é que um terminal de texto que interpreta comandos.<br />
</span></p>
<p><span style="font-size: 12pt;">Assim que ele abrir, você vai digitar <strong>ipconfig /all</strong> e depois apertar enter. Nele irão aparecer as informações de rede da sua máquina. Segue exemplo abaixo:<br />
</span></p>
<p><img src="http://www.caiofs.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/082210_1653_CursodeRede11.png" alt="" /><span style="font-size: 12pt;"><br />
</span></p>
<p><span style="font-size: 12pt;">Aqui podemos ver diversas informações, como meu <strong>IPv4</strong> (No Windows XP aparece como &#8220;<strong>Endereço IP</strong>&#8220;), <strong>subnet</strong>, <strong>gateway</strong> e <strong>DNS</strong>, que são os principais recursos necessários para o funcionamento de uma rede.<br />
</span></p>
<p><span style="font-size: 12pt;">Assumindo aqui que você esteja utilizando roteadores e configurações de redes do Windows da forma como veio configurado de fábrica, vou mostrar o procedimento a ser feito para testar cada recurso de rede.<br />
</span></p>
<p><span style="font-size: 12pt;">Antes de começar qualquer coisa, você efetuará o comando dito aqui anteriormente (ipconfig /all) e irá deixar tais dados anotados e próximos a você.<br />
</span></p>
<p><span style="font-size: 12pt;">1º teste – Seu <strong>gateway</strong> (<strong>roteador</strong>, <strong>wi</strong>-<strong>fi</strong>, <strong>proxy</strong><br />
<strong>transparente</strong> etc).<br />
</span></p>
<p><span style="font-size: 12pt;">Você irá efetuar um <strong>ping</strong> ao seu <strong>gateway</strong> da seguinte maneira: (Lembre-se que aqui estou usando minha configuração de rede, altere para os valores da sua rede)<br />
</span></p>
<p><span style="font-size: 12pt;">Dentro do <strong>Prompt de Comando</strong>, digite o código abaixo, seguido de <strong>Enter</strong>:<br />
</span></p>
<p><span style="font-size: 12pt;"><strong>Ping 192.168.1.1<br />
</strong></span></p>
<p><span style="font-size: 12pt;">O resultado precisa ser como este:<br />
<img src="http://www.caiofs.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/082210_1653_CursodeRede21.png" alt="" /><br />
</span></p>
<p><span style="font-size: 12pt;">Se o resultado for como este abaixo, descobrimos que o problema está no <strong>roteador, wi-fi, proxy</strong> ou o que seja:<br />
<img src="http://www.caiofs.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/08/082210_1653_CursodeRede31.png" alt="" /><br />
</span></p>
<p><span style="font-size: 12pt;">No próximo capitulo, vamos aprender a testar serviços de <strong>DNS</strong> e a testar <strong>conexões</strong> em <strong>serviços</strong>.<br />
</span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Eu comando o mundo livre! Slackware 12.2 final!</title>
		<link>http://www.caiofs.com.br/blog/eu-comando-o-mundo-livre-slackware-122-final</link>
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		<pubDate>Fri, 12 Dec 2008 03:28:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>caiofs</dc:creator>
				<category><![CDATA[linux]]></category>

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		<description><![CDATA[Foi só eu baixar para testar o RC1 do Slackware, postar ontem um artigo dizendo que ele estava muito bom que o pessoal decidiu compilar a ISO da versão final do Slackware 12.2. Depois que aceitei o desafio pessoal de &#8220;ser livre, usar linux&#8221;, aprendi muita coisa, o estudo não para e sempre se tem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Foi só eu baixar para testar o RC1 do Slackware, postar ontem um artigo dizendo que ele estava muito bom que o pessoal decidiu compilar a ISO da versão final do Slackware 12.2.</p>
<p>Depois que aceitei o desafio pessoal de &#8220;ser livre, usar linux&#8221;, aprendi muita coisa, o estudo não para e sempre se tem coisas a aprender, mas, o que vem nessa nova versão do Slack? Além da ultima versão estável do Kernel (2.6.27-7), vem um recurso que eu adorei que é o slackpkg, basicamente é o apt-get do slackware. Agora tudo fica mais fácil, mas é lógico que continuamos com nosso querido intall/remove*pkg&#8230;</p>
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</p>
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<br />
Meu novo desafio agora é fazer este slack funcionar não apenas em minha querida vmware, como também no meu querido notebook, um CCE w93, embora a configuração dele seja ótima, se tratando de custo/benefício, tem um porém que é sua motherboard ser da SIS, que não é algo muito indicado, quando o assunto é linux, o video funciona muito no mais ou menos, a wireless usa o maldito Realtek 8187b, que ainda se comporta muito mal no linux, mas isso são coisas que irão melhorar com o tempo. O novo Slackware também traz novos recursos para quem vai instalar um servidor, pois tem implementações novas de trabalhar com RAID, LVM, iSCSI e muitas outras novidades.</p>
<p>Caso tenha se interessado, aconselho baixar a ISO do DVD e se divertir, estou vendo que minha madrugada, e as próximas, serão muito produtivas.</p>
<p>Download aqui: <a href="&lt;!--adsense--&gt;" target="_blank">http://slackware.cs.utah.edu/pub/slackware/slackware-12.2-iso/</a></p>
<p>vi antes no: <a title="Grupo de usuarios Slackware" href="http://www.slackwarebrasil.org/2008/12/10/saiu-o-slackware-122/">http://www.slackwarebrasil.org/2008/12/10/saiu-o-slackware-122/</a></p>
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		<title>Slackware 12.2 RC1. Vale a pena testar&#8230;</title>
		<link>http://www.caiofs.com.br/blog/slackware-122-rc1-vale-a-pena-testar</link>
		<comments>http://www.caiofs.com.br/blog/slackware-122-rc1-vale-a-pena-testar#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 09 Dec 2008 04:57:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>caiofs</dc:creator>
				<category><![CDATA[linux]]></category>
		<category><![CDATA[mcp]]></category>
		<category><![CDATA[Microsoft]]></category>
		<category><![CDATA[slackware]]></category>

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		<description><![CDATA[Que a interoperabilidade é o futuro, ninguém dúvida, por isso mais do que nunca o profissional Microsoft precisa se atualizar novamente. O Linux, queria ou não já é uma realidade em ambientes de todos os tamanhos, seja pequeno, seja médio, grande ou (e normalmente mais nestes casos,) gigantes e complexos ambientes. Já é possível hoje, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Que a interoperabilidade é o futuro, ninguém dúvida, por isso mais do que nunca o profissional Microsoft precisa se atualizar novamente. O Linux, queria ou não já é uma realidade em ambientes de todos os tamanhos, seja pequeno, seja médio, grande ou (e normalmente mais nestes casos,) gigantes e complexos ambientes. Já é possível hoje, com a utilização do pacote OpenLDAP, integrar o AD com um pingüim qualquer em sua empresa, imagina se você chega no seu novo trabalho e descobre que grande parte do seu serviço administrando o ambiente é baseado em uma distribuição Linux qualquer? Você agora precisa saber o que é um UserPrincipalName, saber o que é o DistinguishedName e tantos outros parâmetros que você apenas viu poucas vezes que exportou a lista do AD usando um csvde ou ldifde. O grande trunfo, ou o grande porém do Linux, é que dependendo do que você queira fazer, você terá uma limitação, seja de um pacote atualizado, seja de alguns garotos que mal sabem escrever o português correto, mas vão resolver seu problema em menos de 15 minutos após você entrar num canal irc, ou descobrir que seu novo servidor, que você pagou uma nota, tem peças tão novas e tecnologias tão recentes, que aquela sua velha versão de Linux não suporta. Para tal você terá de fazer maluquices, como instalar aquele Linux e depois ter de baixar uma nova versão do Kernel e compilá-la. Algo difícil de se fazer, quando você está em um CPD a 12ºc, de pé, depois de ter instalado esse gigantesco e pesado servidor no rack. Depois vem a pergunta, se isso já não foi especificado antes, que ‘sabor’ de Linux escolher? Um Fedora, já que tem seu ‘paitrocinio’ da gigante RedHat? Talvez comprar um Suse, já que a Novell está trabalhando em parceria com a Microsoft? Por que não um Debian que é reconhecido por ser tão conservadora e que preza a estabilidade? Ou então você pode atacar de Slackware, que, na minha opinião é uma distribuição de MACHO, mas macho de saco-roxo. Mas você não é um incrível conhecedor de Linux e não sabe exatamente como instalá-lo e deixar extremamente atualizado naquele instante, já que você quer tudo atualizado, inclusive a ultima versão estável do Kernel, para tal você pode, por exemplo, ir no FTP do Slackware, na pasta current e compilar uma imagem ISO com as ultimas atualizações do sistema. Ou, caso você seja um cara mais tranqüilo, baixar a imagem de outro site, que garante muito mais tranqüilidade, praticamente a solução Microsoft pra um problema de pingüins. Piadas a parte, isso existe e uma nova versão da imagem é criada toda madrugada de segunda para terça-feira, você encontra o pacote para baixar no seguinte endereço: <a href="ftp://ftp.slackware.no/pub/linux/ISO-images/slackware/Current-ISO-build/" target="_blank">ftp://ftp.slackware.no/pub/linux/ISO-images/slackware/Current-ISO-build/</a><a href="ftp://ftp.slackware.no/pub/linux/ISO-images/slackware/Current-ISO-build/  " target="_blank"> </a><br />
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</p>
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</p>
<p>Vale a pena baixar direto para não ter dor de cabeça, mas caso você queira mesmo assim, criar a sua imagem ISO, você pode aprender a fazer aqui: <a href="ftp://ftp.slackware.com/pub/slackware/slackware-current/isolinux/README.TXT" target="_blank">ftp://ftp.slackware.com/pub/slackware/slackware-current/isolinux/README.TXT</a><br />
Fica a dica, aproveitem.</p>
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